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Governo do Estado por meio da Polícia Militar conclui 2º Estágio de Primeiro Interventor em Crises Policiais

 

O governo do Estado de Rondônia, possibilitou as Forças de Segurança, a realização de cursos, aperfeiçoamentos, estágios e disponibilizou meios adequados para que cada uma tenha êxito em suas missões. Hoje, 28, foi concluído o 2º Estágio de Primeiro Interventor em Crises Policiais, destinado a policiais militares do Batalhão de Operações Especiais – BOPE, Unidades da PM e Forças co-irmãs. O Estágio foi coordenado pelo capitão PM Élvis Jáqson Ramos. Segundo ele, a realização deste Estágio visa a qualificação dos profissionais de segurança pública para estarem preparados a dar a primeira resposta nas situações consideradas críticas.

 

Representando o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Padilha, – encontra-se em Brasilia, na reunião dos comandantes-gerais – o tenente-coronel PM Carlos Gomes, (d) explicou que as ocorrências de crises são eventos que esperamos não acontecer, mas “é preciso estar preparado e não precisar, do que precisar e não está preparado” temos que estar prontos para fazer um atendimento de qualidade. Sabemos, disse ele, que estatisticamente estas ocorrências, sempre quem chega primeiro é a equipe da rua que começam o atendimento da melhor forma, caso seja necessário, é chamado este Batalhão Especializado.

“Espero que estejam aptos para repassar conhecimentos aos demais integrantes da carreira. Quem ganha com isso é nossa sociedade”.

 

O comandante do Batalhão de Operações Especiais, major PM Felipe, citou uma frase cunhada na sede do Batalhão; “Aqui se aprimora o emprego da força.”, que exprime uma de nossas vocações. O BOPE tem vocação para a docência, para a multiplicação do conhecimento, para ministrar treinamento, voltado para servir e apoiar a tropa da Polícia Militar, completou. O BOPE conta hoje com homens e mulheres capazes e com predisposição a ensinar, que possuem internalizados dentre outros adjetivos a versatilidade, a disciplina consciente para sempre buscar o conhecimento, num estado permanente de inquietude diante da infinidade de cenários de crises.

A incompreensão diante das Operações Especiais nasce justamente da ignorância quanto à sua razão de existir. As operações especiais existem para que a Polícia Militar esteja preparada para o que ainda não aconteceu, para o que estar por vir. Assim investir no BOPE, é investir no futuro. A Polícia Militar deve olhar para o futuro, imaginar o pior cenário e a partir daí buscar a capacitação de homens e a aquisição de equipamentos para que estejamos prontos e preparados para responder às situações de crise. Cada um possui um papel importantíssimo para que ocorrências de crise possam ter o desfecho desejado, disse ele.

 

O Estágio de Primeiro Interventor em Crises Policiais

Começou a ser idealizado no final do ano de 2020 e proposto à Corporação em fevereiro de 2021. Em virtude da pandemia e das diversas operações em área rural, não tivemos uma janela de oportunidade para a sua execução. Neste caso foi realizado de 14 a 25 de março de 2022, com 80 h/a e dez disciplinas. O coordenador do Estágio destacou as disciplinas como inéditas na Corporação como: Primeira Intervenção envolvendo atiradores ativos, entradas sistemáticas e Primeira Intervenção em crises envolvendo explosivos. O curso não foi apenas informativo, mas foram realizadas diversas avaliações escritas e práticas.

Como se necessita de apoio e parcerias, o major Felipe agradeceu a SESDEC pelo custeio dos gastos com indenização de ensino e instrução, o Centro de Ensino pela cessão da estrutura, a Superintendência da PRF pela cessão equipamentos empregados nas instruções práticas a simulação. A coordenação, instrutores e monitores. Alunos do 1º BPM, 5º BPM, 9º BPM, BPTRAN, BOPE, BPCHOQUE e PRF pela voluntariedade, disposição, dedicação e empenho durante as atividades de ensino, bem como o interesse em aprender.

A preparação

É sabido que os profissionais da área de segurança pública têm vivenciado situações de ocorrências complexas que necessitam do emprego de técnicas e procedimentos específicos, não convencionais, exigindo desses profissionais uma adequada qualificação para atuação em ocorrências consideradas críticas. Para isso, o governo do Estado, por meio da Polícia Militar, proporcionou o 2º Estádio de Primeiro Interventor em Crises Policiais coordenado pelo capitão PM Élvis Jáqson Ramos, destinado a policiais militares do BOPE – Batalhão de Operações Especiais, encerrou na manhã de hoje, 28, na sede do BOPE, em Porto Velho, com a presença do comandante-geral da Polícia Militar, coronel PM James Alves Padilha.

Nesse contexto, é imperioso qualificar o profissional para dar a primeira resposta à essas situações de crise, capacitando-o a identificar e utilizar os procedimentos operacionais mais adequados na busca de soluções aceitáveis, tendo como base os procedimentos técnicos a serem executados pelas guarnições que primeiro se depararem com uma ocorrência de crise.

 

Situações como roubos frustrados com reféns, pessoas mentalmente perturbadas com reféns/vítimas, ocorrências que envolvam tentantes de suicídio armados, casos de atiradores ativos, ocorrências com artefatos explosivos, entre outras, são fenômenos criminológicos com grandes impactos na sociedade, pois ocasionam a percepção social de insegurança nas instituições e desordem pública.

 

Deste modo, o policial primeiro interventor é uma ferramenta indispensável para o desfecho aceitável desses eventos, pois atuará de forma técnica, aplicando intervenções qualificadas e seguras para as pessoas envolvidas, sempre com o objetivo de preservar vidas, aplicar a lei e restabelecer a ordem pública.

 


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